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Porquê estudar no ISLA Gaia?

O projeto ISLA foi iniciado no ano de 1962 e implantado na cidade de Lisboa. o ISLA foi a primeira escola de ensino superior privada em Portugal e na década de 80 iniciou um processo de criação de várias escolas ao longo do País. Em Vila Nova de Gaia o ISLA iniciou a sua atividade em 1989. Hoje, é um instituto politécnico com duas escolas: ESG - Escola Superior de Gestão e EST - Escola Superior de Tecnologia e disponibiliza cursos especializados, licenciaturas e mestrados na área da Gestão, Turismo, Comunicação, Multimédia, Gestão Industrial e Segurança do Trabalho.

O ISLA, no âmbito das suas actividades de ensino, investigação e prestação de serviços à comunidade, constitui-se como uma instituição de ensino superior de indole técnica, preparada para a formação de quadros e especialistas qualificados, cujas competências culturais, científicas e técnicas os tornam aptos a intervir no mercado de trabalho e comunidade em geral. Para o conseguir pretendemos consolidar o nosso contributo no incremento das competências a nível nacional e internacional, através da criação de valor para todos os stakeholders dos processos de ensino e aprendizagem. Acreditamos que o nosso caminho é ditado pela: 

  • Motivação pela aprendizagem no sentido da procura constante pelo conhecimento e saber;
  • Busca pelo conhecimento e inovação suportada por processos de investigação;
  • Manutenção de elevados padrões de qualidade na actividade formativa;
  • Valorização contínua dos recursos internos da instituição (humanos e materiais);
  • Reforço de alianças e parcerias;
  • Especialização em áreas de saber.

Os valores que pautam as condutas na nossa escola: 

  • Participação de todos na gestão da escola;
  • Partilha e solidariedade entre todos os agentes da escola: discentes, docentes e colaboradores;
  • Abertura à comunidade;
  • Proximidade e simetria nos processos comunicacionais;
  • Resposta pronta às solicitações dos alunos;
  • Justiça e clareza nos processos de avaliação da aprendizagem;
  • Liberdade de expressão, a igualdade de oportunidades, da idoneidade, do mérito, da eficiência, da eficácia, da inovação e do respeito pelo indivíduo.

 


Estudante Internacional 

1. É estudante internacional o estudante que não tem nacionalidade portuguesa.

2. Não são abrangidos pela definição de estudante internacional prevista no número anterior:

a. Os nacionais de um Estado membro da União Europeia;

b. Os que não sendo nacionais de um Estado membro da União Europeia residam legalmente em Portugal há mais de dois anos, de forma ininterrupta, em 31 de agosto do ano em que pretendem ingressar no ensino superior, bem como os filhos que com eles residam legalmente;

c. Os que requeiram o ingresso no ensino superior através dos regimes especiais de acesso e ingresso regulados pelo Decreto-Lei nº 393 – A/99, de 2 de outubro, alterado pelo Decreto-Lei nº 272/2009, de 1 de outubro.

3. Não são, igualmente, abrangidos pelo conceito de estudante internacional os estudantes estrangeiros que se encontrem a frequentar um ciclo de estudos, no âmbito de um programa de mobilidade internacional, para realização de parte do mesmo numa instituição de ensino superior estrangeira com quem o Instituto Politécnico de Gestão e Tecnologia tenha estabelecido acordo de intercâmbio com esse objetivo.

Através do Decreto-Lei n.º 36/2014 o governo português cria concurso especial de acesso ao ensino superior para alunos internacionais que incentiva e reforça as universidades portuguesas a captarem alunos estrangeiros.

 

Emolumentos e Propinas

Propina paga anualmente: pacote inclui  seguro escolar e curso + curso de língua e cultura portuguesas.

O curso de língua e cultura portuguesas tem em vista promover a integração social e académica do estudante e tem a duração de um ano letivo.

Concurso especial de acesso e ingresso

O ingresso dos estudantes internacionais é nos termos da legislação aplicável e do presente regulamento concretizado através de um concurso especial de acesso e ingresso.

Candidaturas

As candidaturas são apresentadas diretamente no Instituto, em função da prévia definição de fases e prazo de candidatura. As fases e o prazo de apresentação da candidatura são anualmente fixados, pelo Reitor, com a antecedência prevista na legislação aplicável em relação à data de início deste e são comunicados à Direção-Geral do Ensino Superior e divulgados no sítio da internet.

A candidatura à matrícula e a inscrição é realizada através do concurso especial a que se refere o artigo 4º, do regulamento geral, mediante a verificação do cumprimento das condições de acesso e de ingresso previstas nos artigos 5º e 7º desse mesmo regulamento.

Vagas

Cabe ao reitor fixar, por ciclo de estudos, o número de vagas tendo em consideração os limites e os requisitos previstos no regime jurídico do Estudante Internacional.

O número de vagas, acompanhado da respetiva fundamentação, é comunicado anualmente à Direção-Geral do Ensino Superior a quem compete proceder à sua divulgação.

Documentação necessária

Os estudantes internacionais devem apresentar no ato de candidatura ao concurso especial de acesso e ingresso os documentos seguintes:

  • Boletim de candidatura;
  • Diploma ou certificados previstos no artigo 6º, com expressa menção de classificação final obtida e indicação da escala de classificação adotada, bem como que confere ao estudante o direito de se poder candidatar e poder ingressar no ensino superior no país em que lhe foi conferido;
  • Ficha ENES, no caso de serem titulares do ensino secundário português;
  • Documentação exigida pela legislação aplicável, no caso de serem titulares de habilitação legalmente equivalente ao ensino secundário;
  • Uma fotografia tipo passe;
  • Documento de identificação pessoal e fiscal exigida pela legislação portuguesa (original e fotocópia) e ainda declaração de compromisso de entrega posterior de autorização de residência.
  • Os estudantes internacionais devem igualmente satisfazer o pagamento do emolumento respeitante à candidatura constante da tabela em vigor.

Para além das licenciaturas a Instituição dispõe do Programa de Mestrados regulado por regulamento interno e nesse caso para admissão é necessário:

  • Boletim de candidatura;
  • Diploma de licenciatura emitido por entidade competente com referência expressa a que  o curso é considerado como de ensino superior pela legislação do país em causa,  à classificação final obtida e à escala de classificação adotada, autenticado pelo Consulado Português no país emitente ou apostilado se for caso disso e traduzido m por tradutor ajuramentado se estiver elaborado em língua diferente da portuguesa, espanhola, francesa ou inglesa;
  • Uma fotografia tipo passe;
  • Documento de identificação pessoal e fiscal exigida pela legislação portuguesa (original e fotocópia) e ainda declaração de compromisso de entrega posterior de autorização de residência.

Matrícula e inscrição

Os candidatos colocados numa determinada seriação deverão efetuar a sua matrícula e inscrição nos sete dias úteis subsequentes à data da publicação das listas de colocação, sob pena de caducidade do resultado obtido no concurso.

Para efeito de matrícula os estudantes internacionais ficam obrigados a entregar a documentação legalmente prevista no que respeita à autorização de residência.

Condições de Ingresso

1. Para efeito de ingresso no respetivo ciclo de estudos, os estudantes internacionais têm obrigatoriamente de relativamente aos mesmos, demonstrar:

  1. Qualificação académica específica para ingresso nesse ciclo de estudos;
  2. Conhecimento da língua ou línguas em que o ensino vai ser ministrado;
  3. Cumprimento dos pré-requisitos, quando for caso disso, nos termos da legislação aplicável.

2. A verificação da qualificação académica específica:

  1. Incide sobre as matérias das provas de ingresso fixadas para o ciclo de estudos, em causa, no âmbito do regime geral de acesso e ingresso;
  2. Deve assegurar que os estudantes internacionais têm conhecimento das matérias das provas de ingresso de nível e conteúdo equivalentes aos dos estudantes admitidos através do regime geral de acesso e ingresso regulado pelo Decreto-Lei nº 296-A/98, de 25 de setembro.

3. A verificação a que se referem as alíneas a) e b) do nº 1 é obrigatoriamente feita por exames escritos, eventualmente complementados por exames orais.

4. Os exames escritos são realizados na língua ou línguas em que o ensino vai ser ministrado.

5. No âmbito de cada ciclo de estudos é criado um Júri de Avaliação que é composto por dois membros do Conselho Técnico-Científico e pelo Diretor do Curso a quem cabe produzir, aprovar os modelos de exame escrito e oral, definir critérios de avaliação, bem como supervisionar o decorrente serviço de exames e ainda decidir sobre a validade da prova documental apresentada pelo candidato, no cumprimento deste regulamento e da legislação aplicável.

6. A designação dos membros do Júri de Avaliação é da competência do Conselho Técnico-Científico.

7. Todos os documentos relacionados com a verificação da satisfação das condições de ingresso, incluindo os exames escritos realizados pelos estudantes internacionais, integram o seu processo.

Transferência e Mudança de Curso 

Mesmo estando a frequentar o ensino superior no teu País podes pedir transferência ou fazer mudança de curso e vires estudar para Portugal para o Grupo Lusófona.

O que é uma transferência?

É o ato pelo qual um estudante se inscreve e matrícula no mesmo curso em estabelecimento de ensino superior diferente daquele em que está ou esteve matriculado, tendo havido ou não interrupção de inscrição num curso superior;

O que é uma Mudança de curso?

É o ato pelo qual um estudante se inscreve em curso diferente daquele em que praticou a última inscrição, no mesmo ou noutro estabelecimento de ensino superior, tendo havido ou não interrupção de inscrição num curso superior;

Que documentos tenho de entregar?

  • Cópia do documento de identificação;
  • Cópia do Cartão de Contribuinte;
  • 1 Fotografia;

Documentos originais:

  • Certificado de Habilitações do Ensino Superior* (com indicação das cadeiras em que obteve aprovação) ou;
  • Declaração de Matrícula (no caso de não pretender requerer creditação de competências às cadeiras que já realizou)

NOTA: Estes documentos emitidos pelo estabelecimento de ensino que frequenta (ou) terão de ser reconhecidos pela representação diplomática ou consular portuguesa existente nesse país e traduzidos por tradutor oficial (exceto documentos em Espanhol, Francês e Inglês).

Aceitação de Candidaturas

As candidaturas para Mudança ou Transferências podem ser aceites desde que candidatos reúnam condição de acesso, existência de vagas e cumprimento dos prazos de candidatura.

Diplomas e certificados

Os diplomas e certificados referidos no artigo anterior têm de evidenciar as circunstâncias da sua emissão de forma fidedigna e devem ser autenticados pelo Consulado Português no país emitente ou, se for caso disso, apostilados, nos termos da Convenção de Haia e traduzidos para a língua portuguesa por tradutor ajuramentado quando estiverem elaborados em língua diferente da portuguesa, espanhola, francesa ou inglesa. Dos diplomas e certificados referidos no nº 1 tem de constar, obrigatoriamente, a escala de classificação e a classificação final obtida no programa de ensino bem como que confere aos estudantes internacionais o direito de se poder candidatar e poder ingressar no ensino superior no país em que foi conferido.

 

 

Estudante Brasileiro 

Condições de ingresso e acesso

No caso dos estudantes brasileiros as provas de ingresso são dispensadas mediante apresentação do certificado do ENEM (a escala de classificação portuguesa funciona de 0-200 e a do ENEM de 0-1000; para efeitos de seriação, a conversão das classificações faz-se dividindo a nota obtida no ENEM por 5).

É verificado o conhecimento da língua em que é ministrado o curso, nomeadamente a portuguesa se for esse o caso.

Mensalidades e Bolsas

GRADUAÇÃO

A anualidade dos cursos de graduação (1º ciclo e Mestrado Integrado) e de pós-graduação, mestrado e doutoramento para os Estudantes Internacionais foi fixada por curso e ciclo de estudos.

NOTA: A disponibilizar em breve: tabela de cursos de graduação, pós-graduação, mestrado e doutoramento.

BOLSAS

São vários os organismos e instituições que põem à disposição de estudantes brasileiros bolsas para realizarem estudos universitários em Portugal.

Assim, podem ser tidos em consideração os seguintes:

  • CAPES e CNPq - As principais agências de financiamento no Brasil são a CAPES e o CNPq.
  • As Fundações de Amparo à Pesquisa Estaduais também oferecem, em alguns casos, bolsas de pesquisa ou ensino no exterior (ex.: FAPESP, FAPERJ, FAPESB)
  • O programa Ciência sem Fronteiras (CsF). Por favor, consulte o site do  CNPq.
  • O Banco Santander Totta tem programas de bolsas que podem ser utilizadas por estudantes brasileiros que queiram frequentar a Universidade da Beira Interior durante um semestre. Os candidatos interessados devem contatar as suas universidades do Brasil.

Vistos

Na página do SEF encontra todo os tipos de vistos  e qual a documentação necessária para os obter na Embaixada de Portugal em Brasília ou num dos vários consulados de Portugal no Brasil. 

Os documentos necessários são os seguintes:

  • Passaporte;
  • 3 fotos 3x4 (fundo branco);
  • Registro criminal;
  • Seguro de saúde internacional;
  • Prova de residência em Portugal (a fornecer pela Instituição de ensino de acolhimento)
  • Comprovativo de meios de subsistência em Portugal (Contracheque)
  • Carta de Aceitação;
  • Boletim de vacinas;
  • Certificado de habilitações

Cursos de Graduação e Provas

O acesso aos cursos de 1º ciclo (graduação) é realizado com a classificação do ENEM. A escala de classificação portuguesa funciona de 0-200 e a do ENEM de 0-1000.  

Para efeitos de seriação, a conversão das classificações faz-se dividindo a nota obtida no ENEM por 5 (cinco).

 

 

Estudante PALOP/CPLP

O Grupo Lusófona pretende implementar uma política ativa de atração e acolhimento de estudantes internacionais, com o objectivo de aumentar a aplicação de todos os conhecimentos e utilização dos seus parques de instalações tecnológicas e laboratoriais, bem como a diversidade das suas instituições e a capacidade de formação nas diferentes áreas que contribuem para a difusão da cultura, da língua e da ciência. O Decreto-Lei n.º 36/2014, de 10 de março, regula o estatuto do estudante internacional e que ao regulamentar e estabelecer as regras para o concurso especial de acesso e ingresso dos estudantes internacionais levou à constituição de diferentes formas de captação e cumprimento do referido decreto e são apresentados pelo Grupo Lusófona.

Informação adicional na Direção-Geral do Ensino Superior

Regulamento do Estudante Internacional